US$ 1,2 bi em jogo: como Magic Johnson virou dono de Dodgers e Commanders
Los Angeles/CA – A fortuna de Magic Johnson alcançou a marca de US$ 1,2 bilhão, impulsionada por aquisições que o transformaram em coproprietário do Los Angeles Dodgers, do Washington Commanders e de outras franquias esportivas de elite.
- Em resumo: Ex-astro dos Lakers diversificou investimentos e hoje lucra em MLB, NFL, MLS e WNBA.
Da quadra aos bilhões: a engenharia financeira
O pilar do império é a Magic Johnson Enterprises, holding criada ainda nos anos 1990 para gerenciar receitas e parcerias. O ex-armador ampliou o portfólio em cinemas, seguros e franquias de alimentação antes de avançar nos esportes, setor que movimenta cifras recordes segundo dados oficiais da MLB.
Seu modelo foge da dependência do salário de atleta: ao adquirir participações, Johnson garante fluxo anual de caixa e valorização patrimonial a cada nova rodada de direitos de mídia nas ligas americanas.
Apenas sete atletas vivos ostentam fortuna superior a US$ 1 bilhão, de acordo com o ranking global da Forbes 2023.
Impacto nas franquias e lição para a nova geração
No Los Angeles Dodgers, Johnson ajudou a liderar um projeto que elevou o valor da equipe para US$ 4,8 bilhões em 2024, colocando o clube entre as três marcas mais caras do beisebol. Já no Washington Commanders, sua entrada fortaleceu as negociações de naming rights do estádio e somou capital de marketing direcionado às comunidades afro-americanas da capital norte-americana.
Para atletas emergentes, o recado é claro: carreira esportiva é finita, mas ativos bem escolhidos geram renda perpétua. Planejamento, networking e foco em segmentos resilientes – como seguros de vida e infraestrutura – são parte da receita repetível revelada por Magic.
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